A pele que habito: Entendendo a psoríase

A pele que habito: Entendendo a psoríase

Uma das maiores dificuldades enfrentadas por quem sofre com a psoríase é a reação das pessoas que desconhecem a condição. Como se trata de uma doença que acomete a pele e, portanto, pode ficar bastante exposta, a psoríase causa uma má impressão em muitas pessoas, que imediatamente assumem posturas que não estão corretas sobre ela. Por isso, é preciso entender como ela funciona, para desfazer preconceitos sobre ela.

A primeira informação relevante nesse caso é: a psoríase não é, em nenhuma circunstância, uma doença contagiosa. Ela é uma condição crônica da pessoa, cujas causas não são completamente conhecidas, mas que se sabe ser relacionada com fatores genéticos, ambientais e até mesmo psicológicos. Mas não envolve, de maneira alguma, a ação de micro-organismos transmissíveis.

Mesmo possuindo fatores genéticos, a psoríase não é necessariamente transmitida para os descendentes. Se ela se manifestar, ela pode aparecer em qualquer fase da vida, mas costuma ser mais frequente antes do 30 e depois dos 50 anos, e é caracterizada por ir e voltar sem muito aviso. Um dos gatilhos específicos mais comuns para o seu reaparecimento é o estresse emocional e, por isso, ela é normalmente associada com esse fator.

O maior problema da doença é justamente seu aspecto. Entre os sintomas visíveis da psoríase incluem-se manchas vermelhas com escamas secas esbranquiçadas ou prateadas; pequenas manchas brancas ou escuras residuais pós lesões; ele ressecada e rachada, às vezes com sangramento; unhas grossas, sulcadas, descoladas e com depressões puntiformes.

A psoríase também se divide em tipos, dependendo da parte do corpo que ela afeta, mas, em casos extremos, pode afetar a pele como um todo. Ou seja, essa aparência desagradável é realmente bastante visível, aumentando ainda mais o estresse da pessoa, criando um ciclo vicioso de manifestação.

Essa doença não tem cura, mas possui muitos tratamentos. Dizemos muitos, pois como a psoríase é multifatorial, o tratamento que funciona para um indivíduo pode não necessariamente funcionar para os outros. Felizmente, os tratamentos são muito eficientes e muitas pessoas que sofrem com essa condição já podem administrá-la de maneira quase imperceptível aos outros.

Em casos leves da doença, cuidados com a hidratação, exposição moderada e segura ao sol e medicamentos tópicos locais já mantém a psoríase sob controle. Caso isso não funcione, o tratamento com exposição à luz ultravioleta A ou B (banda estreita) em cabines pode ser necessária. Isso deve ser definido pelo médico dermatologista, conforme a necessidade do paciente.

Existem medicamentos mais intensos, como comprimidos e injeções, indicados para casos mais graves da doença. É importante frisar que, independente da intensidade da doença e da eficiência do tratamento, este nunca deve ser interrompido, visto que se trata de uma condição crônica. E caso o incômodo psicológico e estético seja muito grande, recomenda-se um acompanhamento psicológico para melhorar a qualidade de vida do paciente.

A psoríase não precisa lhe definir como indivíduo. Visite um profissional qualificado e saiba como suprimir essa condição. A Clínica IDEAL está pronta para oferecer tratamento e orientação para pacientes que sofrem ou tem dúvidas sobre a psoríase. Entre em contato e agende sua consulta.